DJ

Aubrey
Fry

ENGLISH

Somewhere between the mist-covered hills of Wales and the neon-soaked cathedrals of São Paulo,Aubrey Fry found his frequency — and he’s been transmitting ever since.

Forged in the late ’90s rave undercurrent and sharpened by years away from the noise, Fryre-emerged not as a comeback story, but as a fully-formed force of nature. No nostalgia. Nohalf-measures. Just precision-engineered progressive music built for dark rooms, toweringsystems, and long, irreversible nights.

His records — released on Bedrock, Sudbeat, Balance, Last Night On Earth, The Soundgarden,Selador, and Mango Alley — don’t ask for attention. They seize it. Cinematic synths stretch likehighways at 3am. Basslines stalk. Breaks crack like voltage in wet air.

Supported by Sasha, John Digweed, Nick Warren, Guy J, Hernán Cattáneo and Anthony Pappa,Fry has moved from underground weapon to headline architect. A sell-out at D.Edge São Paulo. The afterparty for Sasha & Digweed’s final Warung show in Brazil. A defining performance atBedrock London. And booked for Balance 2026 — not as a guest, but as part of the machinery.

From a woodland studio in Wales, he builds sound like controlled demolition — collaborating withNick Warren, Anthony Pappa, Abandoned Technologies, Jimpy, and the shadow signal known as ACiDTRAX. A Sudbeat EP lands in March 2026. More records are coming.

This is not revival music.
This is forward motion.

PORTUGUÊS

Em algum lugar entre as colinas cobertas de névoa do País de Gales e as catedrais encharcadas de neon de São Paulo, Aubrey Fry encontrou a sua frequência — e vem transmitindo desde então.

Forjado na corrente subterrânea das raves do fim dos anos 90 e lapidado por anos longe do barulho, Fry ressurgiu não como uma história de retorno, mas como uma força da natureza totalmente formada. Sem nostalgia. Sem meias-medidas. Apenas música progressiva de precisão engenheirada, construída para salas escuras, sistemas gigantescos e noites longas e irreversíveis.

Seus discos — lançados pela Bedrock, Sudbeat, Balance, Last Night On Earth, The Soundgarden, Selador e Mango Alley — não pedem atenção. Eles a tomam. Synths cinematográficos se esticam como rodovias às 3 da manhã. Linhas de baixo espreitam. Breaks estalam como voltagem no ar úmido.

Apoiado por Sasha, John Digweed, Nick Warren, Guy J, Hernán Cattáneo e Anthony Pappa, Fry passou de arma do underground a arquiteto de headliners. Um sold-out no D.Edge São Paulo. O afterparty do último show Warung de Sasha & Digweed no Brasil. Uma performance definidora na Bedrock London. E reservado para o Balance 2026 — não como convidado, mas como parte da engrenagem.

De um estúdio na mata no País de Gales, ele constrói som como demolição controlada — colaborando com Nick Warren, Anthony Pappa, Abandoned Technologies, Jimpy e o sinal-sombra conhecido como ACiDTRAX. Um EP pela Sudbeat chega em março de 2026. Mais discos estão chegando.

Isto não é música de revival.
Isto é movimento para frente.